Makerspace

Inovar é uma habilidade imprescindível para os alunos do século XXI. Por isso, um laboratório de prototipagem faz parte do nosso currículo desde cedo, apoiado pelo makerspace. O termo maker, baseado na cultura do “faça você mesmo” (Do It Yourself – DIY – em inglês), remete à execução de atividades com a mão na massa, com o objetivo de resolver problemas a partir da criação de artefatos físicos ou digitais. Muito disseminado no Vale do Silício e cultivado em centros acadêmicos de excelência, como Stanford e MIT, esse movimento tem se espalhado pelo mundo todo.

O movimento maker – A nova Revolução Industrial já chegou

As novas ferramentas, a informação abundante e a ampliação do acesso à tecnologia democratizaram a inovação, tornando possível que, cada vez mais, qualquer pessoa que deseje crie, prototipe e produza o que antes estava restrito às grandes indústrias.

In Practice

Durante o Ensino Fundamental, os alunos têm aulas no Makerspace Eleva, onde são desafiados a criar soluções e produtos, e a desenvolver sua criatividade e habilidades como colaboração e perseverança.
As atividades maker fortalecem as noções de que o processo é mais importante do que o resultado e de que o erro está sempre presente durante a aprendizagem. Estimulamos a experimentação e o trabalho colaborativo.
A interação com as ferramentas de fabricação digital (como impressoras 3D e cortadoras a laser) e manual, os componentes de eletrônica e outros materiais de prototipagem fazem com que os alunos se interessem mais por Ciências, Matemática, Engenharia e Artes. A integração dessas disciplinas com projetos e atividades maker é conhecida como educação STEAM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática), cuja principal contribuição é aproximar as experiências escolares das que os alunos terão na faculdade e no mercado de trabalho.